Mas especificamente, na adolescência é onde todos o sonhos, desejos e gostos vão gerar inúmeras situações. Sentimentos novos, consequências, um mundo totalmente sensível, no geral. Tudo isso talvez seja algo ruim, porque os pais tendem a ser rigorosos e aprisionar seus filhos em suas culturas; revelando assim que não se há uma liberdade real. Mas pode ser algo bom, porque é ai, nessa fase, que as pessoas encontram sua essência, quem elas realmente são, porque todo mundo é igual e quer esse lado misterioso da vida, o quanto antes possível. Se algo deu errado no passado, isso não deve ser levado pro futuro.
Acontece que se formos realmente perceber, esse estado humano é um pouco complicado. Por isso o mundo está como está. As pessoas mudam e evoluem. Quando se é jovem, é inevitável ser uma constante mudança. Principalmente nas escolhas; o que hoje quero, amanhã posso não querer. Eu particularmente, já senti que tinha várias zonas de conforto, mas nenhuma delas foi suficiente pra me manter quieto. No entanto, sonhei milhares de vezes, pedi em muitas noites, e talvez no fundo do meu coração, mesmo não querendo, sinto até hoje que ainda preciso do "amor verdadeiro". Não porque acredito, e sim por uma questão de estabelecer meus laços. É assim que as pessoas, como uma sociedade, vivem. Ainda quando penso no bem de alguém ao meu lado e que quero fazê-la feliz, só penso em mim; egoísmo. E existem pessoas egoístas más, e existem pessoas egoístas de uma maneira melhor. É uma pena, porque isso pode gerar ainda mais dor, inseguranças, frustrações e etc coisas relacionadas, pois não é fácil aceitar que o mundo não vai girar ao nosso redor.
O amor, as vezes, pode ser uma ferida que não cicatriza; uma dor que vive no coração e não te deixa ser verdadeiramente feliz. Será que somos capazes de curá-lo?
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Cemitério
Por toda experiência de vida que tenho, cemitério é um lugar muito triste. É o lugar daquelas pessoas que já se foram; e que um dia, recebeu muitas visitas dos conhecidos, que choraram... E um dia vai ser a nossa vez. Vamos estar como eles, e essa é a única certeza que temos.
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